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Ser professor não é fácil. Às vezes, é preciso uma grande dose de paciência e esforço para conseguir captar a atenção e o interesse dos alunos em sala de aula, e o resultado não é sempre positivo, principalmente com certos grupos. Por isso é muito importante fazer de suas aulas o mais divertidas e amenas possíveis já que, desta forma, grande parte do caminho estará feito.
UniversiaO ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse ao blog nesta sexta-feira (15) que o presidente Jair Bolsonaro não vai demitir o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez.
“Vai demitir coisa nenhuma, o presidente confia nele”, disse o ministro Onyx.
As controvérsias públicas em que o ministro Ricardo Vélez se envolveu, aliadas a uma briga ideológica nas entranhas do Ministério da Educação parecem ter instalado uma confusão sem fim na pasta. Enquanto se discutem questões internas e pessoais, políticas importantes estão paradas. Em outubro, estão previstas as provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).
Correio BrazilienseO Brasil investiu R$ 304,8 bilhões em educação pública, em 2015. Desse total, R$ 212,3 bilhões (69,6%) foram financiados por estados e municípios, enquanto R$ 92,6 bilhões (30,4%) saíram dos cofres federais. Apesar de ser a maior arrecadadora de impostos, a União aporta menos de um terço dos recursos públicos destinados à educação. De acordo com os últimos dados disponíveis do Ministério da Educação (MEC), a maior parte dos recursos, R$ 253,3 bilhões (83%), foi destinada à educação básica. R$ 51,6 bilhões, ou seja, 17% dos investimentos, foram feitos em educação superior. Entre os muitos desafios que a nova administração federal tem pela frente está o de repensar o financiamento das 184 mil escolas públicas existentes no país.
FapespAs cinco unidades do Colégio Vitória Régia criaram um sistema virtual de denúncia de bullying. A iniciativa disponibiliza um formulário do Google Forms onde os estudantes, familiares e responsáveis podem fazer a denúncia anonimamente. A ideia do mecanismo surgiu depois da tragédia de Suzano (SP), que ocorreu nessa quarta-feira (13).
Correio BrazilienseMais de sete mil agricultores locais estão responsáveis por entregar as produções a toda rede pública de ensino do Distrito Federal, seguindo as orientações do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). A medida já está valendo e atende 669 escolas, beneficiando um total de 480 mil alunos.
Correio BrazilienseSe por um lado existe o consenso nas pesquisas educacionais de que o professor é um importante agente de transformação dentro da escola, por outro, boa parte dos programas de desenvolvimento profissional reproduzem um antigo erro de políticas educacionais: não considerar o perfil e o contexto de cada docente. Tendo em vista esse desafio, a CESAR School, escola de inovação do CESAR (Centro de Estudos Avançados do Recife), desenvolveu um programa de formação para apoiar a implementação de uma cultura digital entre educadores da Escola Castanheiras, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo.
PorvirUma contribuição de peso e objetiva para a troca de experiências e disseminação de boas práticas em torno da escola para todas as pessoas acaba de "abrir as portas" no mundo digital.
A plataforma "Educação Inclusiva", desenvolvida por pesquisadores do Centro de Referência em Formação e Educação a Distância do IFSC (Instituto Federal de Santa Catarina), acaba de entrar no ar e tem como objetivo ser um instrumento de apoio pedagógico a professores de todo o país.
O debate sobre as cotas raciais e por renda ficou para trás: o novo front das universidades públicas brasileiras é a reserva de vagas de acordo com a identidade de gênero. Pelo menos seis instituições públicas de ensino adotaram políticas do tipo no último ano. As cotas, que não estão previstas por lei, são questionadas por juristas. Dentre outras razões, porque destoam da igualdade de acesso, por mérito, prevista na Constituição.
Gazeta do PovoCandidatos a uma vaga em cursos da UFMG, barrados pela banca de heteroiden-tificação racial, prometem acionar a Justiça para conseguir estudar na universidade. Eles questionam os critérios adotados pela comissão, que analisa as características físicas dos cotistas autodeclarados negros.
Hoje em DiaO reitor da Unicamp, Marcelo Knobel, confirmou que duas pessoas aprovadas no vestibular 2019 e que optaram pelo uso cotas étnico-raciais foram denunciadas à universidade por suposta fraude no benefício. Em entrevista ao G1, ele explicou que os relatos teriam sido recebidos pela ouvidoria da instituição e que a criação de um grupo permanente para apurar possíveis casos irregulares deve ser discutida na próxima reunião do Conselho Universitário (Consu), órgão máximo de deliberação.
G1Melhorar o rendimento escolar, aproximar adolescentes em situação de vulnerabilidade da universidade e, consequentemente, mantê-los longe da criminalidade e das drogas. Esse é o objetivo do projeto Uniforça, desenvolvido desde o segundo semestre de 2018 pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) em parceria com universidades de Curitiba (PR) e com a Fundação de Ação Social (FAS). Num primeiro momento, o público-alvo era de jovens que se encontram em acolhimento institucional, mas o programa foi estendido também a menores que respondem por atos infracionais de pequena gravidade.
Gazeta do PovoCom vigência de uma década, o Plano Nacional de Educação (PNE) chega à metade de sua validade em junho deste ano. O Brasil, porém, tem descumprido boa parte das metas que já passaram do prazo e, segundo o avanço percebido pelo monitoramento anual feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), provavelmente não vai conseguir cumprir as metas que vencem em 2024.
G1O ministro da Educação, professor Ricardo Vélez Rodríguez, em consonância com o desejo do presidente Jair Bolsonaro, estipulou como uma das 35 metas para os 100 primeiros dias do governo federal a elaboração de uma Política Nacional de Alfabetização. Para a missão, foi criado, em janeiro, um Grupo de Trabalho (GT) que tem como objetivo estabelecer uma política de alfabetização eficaz, baseada em evidências científicas, ou seja, na ciência cognitiva da leitura, que foi a base para experiências bem-sucedidas em diversos países.
MECNo último dia 2 de janeiro, o Decreto nº 9.465/2019 fez alterações na estrutura do Ministério da Educação (MEC) e criou a Subsecretaria de Fomento às Escolas Cívico-Militares, com a função de “promover, fomentar, acompanhar e avaliar, por meio de parcerias, a adoção por adesão do modelo de escolas cívico-militares nos sistemas de ensino municipais, estaduais e distrital”.
Em nota técnica divulgada nesta terça-feira (12/03), o CENPEC – Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária faz uma série de questionamentos e exterioriza preocupações quanto à militarização das escolas públicas.
O Projeto de Lei 743/19 exige que escolas protejam a saúde do professor, em especial no que se refere ao uso da voz em sala de aula, e promovam o aprendizado do aluno inclusive com o uso de equipamentos pertinentes, quando necessário.
A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Educação; de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
A Nova Secretária Executiva do MEC é pastora e acredita em uma educação baseada nos ensinamentos cristãos
Logo após o anúncio, um vídeo polêmico da pastora começou a circular pela internet. Nela, Iolene é contra a educação laica e defende um ensinamento baseada nos princípios de Deus. “A geografia, a história e a matemática vão ser vista sob a ótica de Deus, em uma cosmo visão cristã”, afirmou.
A nova Secretária Executiva do MEC é conhecida no meio religioso por fundar e trabalhar formando professores na escola Inspire, de São José dos Campos, no interior de São Paulo, ligado à Igreja Batista.
O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) garantiu nesta sexta-feira (15) que o rascunho da redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) terá linhas, como de costume, e que haverá espaço suficiente na prova para os cálculos matemáticos.
R7Levando em conta o que os médicos dizem a respeito das crianças que passam muito tempo diante de uma tela e o que especialistas em primeira infância dizem sobre as brincadeiras estruturadas serem a melhor forma de uma criança aprender, parecia que as pré-escolas online não tinham muito futuro.
Gazeta do PovoFoi uma semana difícil, a que termina. Difícil pelo que houve e pelo que não houve. A tragédia de Suzano jogou na cara do país uma emergência para a qual nunca estivemos preparados. O Ministério da Educação passou a semana imerso numa crise entre olavistas e não olavistas, tema totalmente estranho à realidade. A gestão do ministro Vélez Rodriguez esgotou-se nessa briga intestina e na sua incapacidade de olhar os verdadeiros problemas da área.
O GloboRecentemente, três pessoas enviaram “pesquisas” intencionalmente ridículas para importantes revistas de estudos sobre mulheres, estudos de gênero, raça, sexualidade, obesidade e estudos queer.
De acordo com eles, os pesquisadores dessas áreas tornaram-se preguiçosos e politizados.
O que mais me incomoda é o que aconteceu – ou melhor, não aconteceu – em seguida. Nenhuma universidade disse que pararia de usar essas revistas e nenhum editor declarou publicamente: “Temos de elevar os nossos padrões”.
Os jovens vivem conectados, mas a escola ainda procura a melhor maneira de aproveitar a tecnologia para que todos aprendam mais e melhor. Na edição “Jovem Tech” da plataforma Educação 360, iniciativa dos jornais O Globo e Extra que teve o Instituto Inspirare/Porvir como um dos apoiadores, estudantes de diferentes partes do Brasil, das redes pública e privada, tiveram a chance de subir ao palco do auditório do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ), e debater frente a frente com especialistas as mudanças no ensino médio. Foram quatro sessões e um dia inteiro de debates sobre o que precisa mudar nesta etapa para que o ensino atenda a seus interesses dos alunos e a aprendizagem evolua como um todo.
PorvirO movimento "Friday For Future" (Sextas-feiras pelo futuro) ganhou força com Greta Thunberg, que todas as sextas-feiras falta às aulas em sua escola, em Estocolmo, para se sentar em uma praça em frente ao Parlamento da Suécia e protestar contra as mudanças climáticas pedindo medidas concretas dos políticos.
Dessa vez a garota de 16 anos estará acompanhada de outros estudantes do mundo inteiro: sua greve escolar semanal deve ser repetida em mais de 2 mil eventos de 123 países – no Brasil, 20 cidades têm protestos agendados
Um homem armado invadiu, nesta sexta-feira (15), a sede da Secretaria de Educação do Distrito Federal, no Setor Bancário Norte. Ele levava uma faca de caça e uma besta (espécie de arco) com seis flechas – arma idêntica à que foi usada no massacre de Suzano.
G1"Padre Anchieta, né? Massacre escolar agendado", dizia a mensagem, acompanhada da foto de uma arma, que circulava entre alunos e pais de três escolas de cidades diferentes. A suposta ameaça causou pânico nas unidades, familiares buscavam diretorias para obter mais informações e queriam buscar os filhos antes do término das aulas. Após o atentado na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), diversos colégios passaram a receber trotes com ameaça de possíveis ataques.
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