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Diante da pandemia que se arrasta desde o ano passado, os alunos que vivem em situação de vulnerabilidade social têm encontrado uma série de dificuldades para manter uma rotina de estudos em casa. Isso porque a falta de um ambiente adequado para os estudos e a dificuldade do acesso à internet se tornaram mais uma preocupação desses alunos durante esse período.
Fala UniversidadesCom o surgimento de casos suspeitos e confirmados nas salas de aulas, as escolas têm tido de afastar turmas inteiras de alunos para evitar a contaminação. O afastamento é indicado por especialistas e deve fazer parte do “novo normal” da organização escolar enquanto a pandemia não estiver totalmente controlada.
Em duas semanas de aula nesse novo formato, os colégios viram que os afastamentos de turmas podem ser frequentes e que as famílias precisam estar preparadas para ficar com as crianças em casa em alguns períodos.
O Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinep-MG) aguarda a publicação do decreto anunciado pelo prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), nesta quinta-feira (19/8) para ampliar as aulas presenciais.
Kalil (PSD) disse que vai liberar o dobro de alunos em sala de aula nas escolas municipais de Belo Horizonte partir de segunda-feira (23/8). As escolas particulares aguardam as novas determinações.
A retomada das atividades presenciais nos campi da Unicamp em Campinas (SP), Piracicaba (SP) e Limeira (SP) a partir de 13 de setembro vai contar com testagem de Covid-19 antecipada e obrigatória a todos os servidores, funcionários e estudantes. A volta, no entanto, ainda não abrange as aulas regulares. A universidade vai, primeiro, realizar adequações em infraestrutura e tecnologia para uma retomada total, prevista para começo de 2022, com um investimento de até R$ 90 milhões.
G1Enquanto dublam e dançam a música do momento — ou seja, entram nas “trends”, os assuntos da moda —, eles ensinam: os professores chegaram ao Tik Tok, aplicativo de vídeo curtos, ágeis e simples que hoje predomina no tempo do celular de crianças e adolescentes. Esse é o mais novo estágio da evolução de técnicas pedagógicas em espaços digitais.
O GloboDesde que o relatório do Instituto Clayton Christensen, lançado em 2018, mostrou 72% dos educadores brasileiros empenhados em buscar estratégias para um processo de ensino-aprendizagem personalizado, muita coisa mudou. Três anos depois, o Ensino Híbrido, que era considerado uma tendência para a educação global, tornou-se uma realidade mais próxima dos educadores. E em um contexto de pandemia, uma nova modalidade, o Ensino Remoto, também ganhou destaque. Mas afinal, qual a diferença entre as abordagens?
Fundação TelefônicaA obesidade infantil no Brasil está presente na vida de 13,2% das crianças entre 5 e 9 anos, segundo levantamento realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A educação alimentar já nessa fase é importante para evitar doenças como diabetes ou hipertensão. Por isso, responsáveis por crianças em idade escolar, que precisam levar lanches ou têm direito a refeição nas instituições de ensino precisam ter uma atenção maior ao que comprar ou ao que é oferecido pela escola.
MetrópolesO governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou nesta quinta-feira (19) que pagará uma bolsa de estudos para estudantes do ensino médio mais vulneráveis, na tentativa de que não abandonem a escola. Serão beneficiados, em 2021 e 2022, 300 mil alunos da rede estadual, e cada um deles receberá R$ 1.000 por ano, valor dividido em parcelas mensais.
Folha de São PauloNesta quinta-feira (19) os professores da rede estadual decidiram suspender a greve das aulas presenciais. Na última terça-feira (17) a justiça determinou a ilegalidade do movimento.
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe, o Sintese, as unidades que não tiverem condições para o retorno devem enviar uma justificativa para a Diretoria de Educação, indicando uma previsão da volta às aulas de forma presencial.
Especialistas e educadores apontam que a aprovação da Educação Domiciliar abre espaço para retrocessos na luta pela inclusão de crianças e adolescentes com deficiência, na contramão das conquistas recentes da Educação Inclusiva. "O ensino domiciliar não está à serviço de um projeto inclusivo. É tempo de legitimar a escola como sendo uma força necessária na construção de uma sociedade mais inclusiva, acessível e justa para todos e todas", defende Eliane de Souza Ramos.
Nova EscolaUm projeto apresentado pela senadora Simone Tebet (MDB-MS) prevê que celulares, computadores e aparelhos de informática apreendidos de traficantes sejam destinados educação básica e infantil da rede pública. Os equipamentos devem ser utilizados em atividades administrativas das escolas ou no ensino telepresencial e remoto.
VejaProjeto está parado na Comissão de Educação e Cultura desde 2019; oposição tem obstruído a votação do texto
O projeto de lei Lei 707/19 do deputado Tenente Nascimento (PSL), que regulamenta o ensino domiciliar, o chamado homeschooling, tramita na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) desde 2019. Deputados de oposição têm obstruído a votação do texto. A deputada Leci Brandão (PC do B), atual relatora na Comissão de Educação e Cultura da Assembleia, deve entregar um parecer na próxima semana.
A cada 10 alunos que ingressam no ensino médio, apenas 6 conseguem concluir os estudos. Além de ser uma grande perda para o futuro desses jovens, essa alta evasão custa R$214 bilhões ao ano para nosso país e prejudica inúmeras escolas particulares.
Diante desse desafio, o Novo Ensino Médio surge como uma possibilidade de diminuir a evasão escolar e aumentar o engajamento e interesse dos alunos.
A Secretaria Municipal de Educação de Fortaleza determinou hoje a instalação de processo administrativo contra um professor de geografia, denunciado pelo deputado estadual André Fernandes (Republicanos), por questão sobre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
UolEm visita ao Recife nesta quinta-feira (19), o ministro da Educação, Milton Ribeiro, justificou sua polêmica declaração de que "universidade deveria ser para poucos", feita na última semana. O chefe da pasta afirma que, ao contrário do que foi difundido nas redes sociais, não teve intenção de dizer que os mais pobres não deveriam ter acesso ao ensino superior, mas sim de que o diploma de graduação "não é garantia de empregabilidade no Brasil".
JCO ministro da Educação, Milton Ribeiro, afirmou nesta quinta-feira (19) que há crianças com "um grau de deficiência que é impossível a convivência". A declaração foi dada durante uma visita ao Recife, dias depois de uma entrevista em que ele afirmou que estudantes com deficiência atrapalham o aprendizado de outros alunos.
G1